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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Associação de Dadores de Sangue recebe material ortopédico vindo da Suécia

A Associação de Dadores de Sangue de Famalicão foi mais uma vez à Suécia para trazer material ortopédico. Através de um protocolo com a Fundação Agape tem sido possível a esta instituição trazer diverso material importante para o quotidiano de muitos famalicenses com dificuldades de mobilidade ou condição. No âmbito desta cooperação um camião chega hoje, pelas 14h30 ao Lago Discount (junto ao pavilhão da Tiffosi) com vários materiais.
Este ficarão armazenado naquele local e serão catalogados para posterior distribuição pelas Conferências Vicentinas e instituição de solidariedade, consoante as necessidades expressas por cada uma.

Sandra Ribeiro Gonçalves

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

“Educar para a diferença”

“Educar para a diferença” é o tema do Projecto Educativo da “Escolinha de Famalicão”. Neste âmbito, as actividades desenvolvidas com os alunos levaram à concretização de um evento de solidariedade, no Centro de Estudos Camilianos.

A valorizarão da arte como objecto de conhecimento e o estímulo dos sentidos sensibilizaram as crianças para a importância da diversidade e do respeito pelas características individuais.

Todo este trabalho culminou com a realização de uma Exposição de Obras de Arte, onde constaram as obras elaboradas por todos os alunos da Escolinha, com a colaboração de pais e encarregados de educação.

O Clube de Pais da Escolinha, em parceria com esta iniciativa, organizou ainda uma palestra, que decorreu no auditório do Centro de Estudos Camilianos, e que expôs a temática “Crianças Índigo”, tendo como convidada a Professora Doutora Antónia Jardim, doutorada em Ciências da Educação pela Universidade do Porto e docente da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Fernando Pessoa.

No evento promovido pela Escolinha, procedeu-se à venda das referidas obras, que reverterá a favor de instituições

Filomena Lamego

Urge fazer a reciclagem sociológica de Famalicão

Famalicão voltou a ser notícia, esta quarta-feira, pelas piores razões. O país inteiro troçou de nós, comparou-nos a um selvagem qualquer e lembrou-se de pecados velhos: um cheque para pagar favores desportivos, um polícia municipal com uma arma de guerra em casa, um vereador que ameaça “ir ao focinho” de um munícipe, um professor suspeito de pedofilia, casos de violência doméstica uns atrás de outros, capital da contrafacção e dos trepadores sociais, meca de drogados e delinquentes e outros epítetos pouco abonatórios.

O nosso cadastro colectivo foi manchado por um acto impensado do dono de uma mercearia grande - de insígnia estrangeira, ainda por cima.

Depois da greve, não será de fazermos uma barrela geral de Famalicão, tipo reciclagem sociológica, e iluminando o caminho desta gentinha que desgraça a imagem de uma Terra que já foi “de amigos”, está em “movimento” mas é, e será sempre!, de gente honrada e trabalhadora?

É urgente que Vila Nova de Famalicão comece a ser falada pelos bons motivos. Para isso, é inadiável que a Câmara e todas as formações políticas representadas nos órgãos autárquicos do Município saibam mobilizar as elites – as sobreviventes, pelo menos - em torno de uma estratégia que modernize o tecido produtivo, qualifique a mão-de-obra, capte investimento que enraíze novas indústrias e promova o desenvolvimento económico.

Nesse dia, aqueles que atropelam cidadãos com jipes e sacam de armas de fogo para intimidar os seus colaboradores sentir-se-ão entre nós tão mal, tão mal, que acabarão por meter o rabo entre pernas e ir pregar para outra freguesia (ou para a prisão, quem sabe?, se e quando Portugal voltar a ter um sistema de Justiça que funcione como uma Democracia justifica). Até lá… teremos de resistir e evidenciar que Vila Nova de Famalicão não é “aquilo” que um tresloucado qualquer, e só ele, foi capaz de fazer.

Carlos de Sousa

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

CDU condena ataques à greve

Também a Comissão Política Concelhia do PCP de Famalicão veio, em comunicado, condenar o incidente provocado pelo patrão do Intermarché de Famalicão que atropelou, nesta manhã de quarta-feira, duas trabalhadoras, pondo ainda em perigo a integridade física do restante piquete de greve da CGTP. "Estamos perante um grave atentado ao direito à greve e uma situação lamentável, na medida em que eram publicamente conhecidas as reivindicações destes trabalhadores, com salários e subsídios em atraso há já vários meses."

Filomena Lamego



BE solidario com dirigentes atropelados

O secretariado da concelhia do Bloco de Esquerda de V. N. de Famalicão repudiou veemente,hoje, em comunicado enviado às redacções, os incidentes ocorridos esta manhã à porta do Intermarché de Calendário, onde o gerente daquele estabelecimento atropelou brutalmente duas dirigentes sindicais que faziam parte do piquete de greve e ameaçou com arma os restantes membros do piquete.
O Bloco de Esquerda espera que o autor deste acto seja julgado, pois, "a violação de um direito constitucional não pode ficar impune. A administração daquela cadeia de supermercados deverá também explicar como mantém nos seus quadros um dirigente com este tipo de comportamento. Como serão tratados no dia-a-dia os funcionários daquele supermercado?"
O BE saúda ainda, no mesmo comunicado, os trabalhadores do Intermarché de e endereça às dirigentes que foram feridas votos de rápido restabelecimento.
A terminar a nota à imprensa o Bloco de Esquerda diz que "sabemos que esta Greve Geral está a ser muito incómoda para todos aqueles que consideram que os sacrifícios só têm de ser para alguns e teimam em atropelar quem não se conforma nem se resigna perante as injustiças. Mas sabemos também que só a luta vence o abuso, como demonstraram, de forma exemplar, os trabalhadores do Intermarché de Famalicão."

Filomena Lamego

Gerente do "Intermarché" atropela duas grevistas e aponta arma à cabeça de outro

O gerente do "Intermarché" de Calendário atropelou esta manhã duas mulheres que se encontravam integradas no piquete de greve à entrada do parque de estacionamento da superfície comercial. O mesmo responsável apontou ainda a arma à cabeça de um outro grevista, que o interpelara a propósito do atropelamento.
O piquete de greve, constituído por funcionários e alguns representantes sindicais, foi surpreendido pela atitude do gerente pouco depois das nove da manhã. À chegada à loja, e confrontado com o piquete, o referido gerente terá galgado o passeio dirigindo-se ao grupo de pessoas. A mais de uma dezena de pessoas que presenciou o ocorrido não tem dúvidas de que a acção foi propositada.
O gerente acabou ainda por apontar uma arma à cabeça de um indivíduo que, integrado num grupo de quatro, o seguira parque de estacionamento dentro na sequência do atropelamento. O responsável do "Intermarché" terá dirigido a arma aos restantes indivíduos, refugiando-se em seguida no interior da loja.
As duas mulheres feridas receberam tratamento hospitalar e já formalizaram queixa junto da PSP, que esteve de resto no local para tomar conta da ocorrência.
O gerente, esse, foi detido e levado à esquadra. A viatura envolvida no atropelamento, que ficou com um vidro danificado na sequência do atropelamento, também foi apreendida. Durante a tarde de hoje o gerente é presente a tribunal. Estará acusado de crimes como atropelamento, posse de arma ilegal e ameaças à integridade física de terceiros.

Sandra Ribeiro Gonçalves

terça-feira, 23 de novembro de 2010

ATC: orçamento superior a 2,3 milhões norteado pelo rigor

A Associação Teatro Construção vai gerir em 2011 um orçamento superior a 2,3 milhões de euros. Em conferência de imprensa o presidente da direcção, Custódio Oliveira, adiantou que as despesas manter-se-ão, indo ao encontro do que já sucedeu em 2010 com a manutenção do valor da despesa relativamente a 2009. Consciente de que a crise poderá afectar a instituição do ponto de vista da receita o dirigente disse que se impõe ainda maior rigor na gestão do dinheiro disponível.
Recusando, todavia, embarcar no discurso do "coitadinho, do desgraçadinho", que no seu entender só "aumenta a dependência dos dependentes e reduz a auto-estima daqueles que não são dependentes", a ATC mostra-se disposta a ir mais longe na sua actuação, sendo pro-activa na promoção de iniciativas que possam ajudar a reverter a situação difícil que as famílias atravessam. É nesse espírito que vai lançar um programa de promoção de micro-empresas. A ATC está disponível para colocar o seu "kow-how" ao serviço da iniciativa dos desempregados que queiram desafiar-se no contexto empresarial.

Sandra Ribeiro Gonçalves